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MAXIMIZAÇÃO DO UPTIME: COMO SUBSTITUIR UMA CORREIA TRANSPORTADORA EM UM ÚNICO MOVIMENTO

O método convencional para substituir uma correia transportadora é trocar as seções uma a uma, porque isso distribui os períodos de downtime e minimiza o impacto nos fluxos de trabalho. Isso parece sensato, principalmente em grandes overland conveyors que transportam materiais por longas distâncias e terrenos difíceis, onde a acessibilidade pode ser um desafio. Mas, cumulativamente, essas paradas somam um tempo de produção perdido significativo, por mais bem planejado que seja seu regime de manutenção. Então, é possível obter uma vantagem competitiva trocando toda a correia de uma vez?

Nota: Este texto foi escrito originalmente em inglês e traduzido com o auxílio de IA.

RESUMO DO ARTIGO

  • A substituição tradicional de correias transportadoras envolve a troca de seções uma a uma, mas paradas repetidas acumulam tempo de inatividade significativo e perdas de produção, especialmente em sistemas overland longos, onde a disponibilidade é crítica.
  • O método de substituição em uma única operação permite instalar toda a correia em um único movimento controlado, reduzindo drasticamente o tempo de parada, diminuindo os custos totais e minimizando interrupções nas operações de manuseio de materiais.
  • Essa abordagem melhora a segurança e a confiabilidade ao reduzir intervenções manuais e eliminar múltiplos pontos de emenda, diminuindo o risco de falhas e garantindo um desempenho mais consistente da correia.
  • Uma implementação bem‑sucedida depende de planejamento cuidadoso, incluindo espaço suficiente para pré‑montagem da nova correia, além de execução e coordenação precisas para assegurar um processo de substituição contínuo e sem interrupções.

Por Alexander Unruh

Sistemas de transporte terrestre são comumente usados ​​em indústrias como mineração, extração de pedreiras, produção de cimento, geração de energia e transporte em terminais de granéis. Seu papel crucial na movimentação de materiais no local significa que qualquer tempo de inatividade afeta diretamente a produtividade. Minimizar o tempo de inatividade para a substituição da correia é fundamental, mas substituir várias seções de correia pode ser uma tarefa demorada. O número de seções de correia envolvidas depende de vários fatores, como o comprimento do transportador e a resistência da correia; porém, cada substituição requer uma parada e um planejamento cuidadoso. Substituições múltiplas também multiplicam o risco de que algo dê errado.

A boa notícia é que existe uma alternativa: o método de substituição de correia em uma única operação.

UMA OPERAÇÃO, MÚLTIPLOS BENEFÍCIOS

Substituir uma correia inteira de uma só vez pode parecer fantástico, principalmente quando sua esteira transportadora tem vários quilômetros de extensão, mas os benefícios são consideráveis. Um tempo de inatividade significativamente menor contribui para a redução dos custos gerais e significa que sua operação de movimentação de materiais pode voltar a funcionar mais rapidamente. A substituição da correia em uma única operação também é mais segura, pois requer menos intervenções. Há também menor probabilidade de falhas não planejadas devido a emendas de correia de má qualidade ou à pressão para concluir a tarefa em um curto período de manutenção.

Essencialmente, esse processo de substituição de correia em uma única operação envolve:

Unir vários rolos de correia adjacentes ao sistema de transporte para formar uma correia completa, sem interromper as operações normais.

Conectar a nova correia à antiga.

Puxar a nova correia para dentro do sistema enquanto simultaneamente puxa a antiga para fora, utilizando a unidade de acionamento existente e os equipamentos associados.

FATORES-CHAVE DE SUCESSO

Se a substituição de correias em uma única operação parece ser a solução ideal para o seu sistema de transporte, há três parâmetros-chave a serem considerados:

  1. Acessibilidade: espaço para trabalhar na montagem da nova correia é o requisito mais importante. É necessário haver espaço suficiente ao lado do transportador para que a nova correia seja instalada e preparada, e para armazenar os materiais necessários. O melhor local de montagem dependerá do transportador terrestre específico e das condições ambientais (veja abaixo). Se as seções da correia precisarem ser armazenadas ao ar livre, o fornecedor deve ser informado para que possa aplicar uma película especial para proteger as seções da radiação UV.
  2. Condições ambientais: os rolos da correia são unidos por vulcanização, um processo químico que une as seções de borracha para formar uma correia forte e durável com o comprimento necessário. As seções da correia devem ser fornecidas sob demanda para garantir a qualidade exigida: neve, geada, gelo ou chuva interromperão o trabalho. O sucesso depende da manutenção de condições atmosféricas adequadas – principalmente temperatura e umidade – durante todo o processo. Em condições climáticas adversas, é crucial criar um ambiente controlado, como uma tenda com ar condicionado.
  3. Habilidades técnicas: todo o processo de substituição da correia exige técnicos e pessoal de serviço qualificados para alcançar os resultados desejados. Idealmente, o procedimento deve ser supervisionado por um especialista do fornecedor da correia para garantir um trabalho de qualidade.

SUCESSO EM CAMPO

A substituição de correias transportadoras em uma única operação foi realizada com sucesso em diversos locais ao redor do mundo. Uma fabricante de cimento utilizou a técnica para substituir sua correia transportadora de 3,5 km de extensão, que havia chegado ao fim de sua vida útil. A substituição da correia em uma única operação reduziu drasticamente o tempo de inatividade em comparação com a substituição de seções. Em outro caso, a correia transportadora tinha 12,5 km de extensão, mas a técnica obteve resultados igualmente satisfatórios.

CONCLUSÃO

Substituir uma correia transportadora em uma única passagem, em vez de em segmentos, é particularmente vantajoso para sistemas de transporte extensos, pois minimiza o tempo de inatividade e reduz o risco de falhas não planejadas, resultando em custos totais mais baixos e maior segurança. O sucesso depende da colaboração com um especialista qualificado para garantir que as condições do local e do clima sejam adequadas para essa técnica e que a equipe no local esteja devidamente treinada nos processos envolvidos.