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Quando usar Cross-belt vs. Tilt-tray

Ambas são soluções de alta capacidade e alta velocidade, as melhores da categoria, mas em quais situações um desses sistemas de triagem é a melhor escolha em relação ao outro?

Nota: Este texto foi escrito originalmente em inglês e traduzido com o auxílio de IA.

RESUMO DO ARTIGO

  • Os sistemas de sortação cross‑belt e tilt‑tray são soluções em loop de alta velocidade e alta capacidade, sem uma opção universalmente “melhor”: a escolha depende totalmente das necessidades específicas do centro logístico.
  • A seleção do sistema adequado é guiada por fatores operacionais-chave, incluindo o tipo de encomendas (tamanho, formato, embalagem), requisitos de manuseio (por exemplo, triagem suave) e a necessidade de processar uma ampla variedade de itens.
  • Planos futuros de automação —como indução robótica ou manuseio automatizado ao final do chute— devem ser considerados desde cedo, pois podem influenciar significativamente a escolha entre cross‑belt e tilt‑tray.
  • Uma avaliação completa dos processos logísticos, requisitos de capacidade e limitações de layout é essencial para determinar a solução ideal, preferencialmente com o suporte de um fornecedor experiente.

Na triagem em circuito fechado, os sistemas de triagem por bandejas basculantes e por correias transversais são amplamente recomendados como soluções de alta velocidade e alta capacidade.

Ambos são soluções de ponta, portanto, nenhum é considerado universalmente superior ao outro, embora o sistema de correias transversais seja atualmente uma escolha mais popular do que o de bandejas basculantes.

Na verdade, a adequação de cada um dependerá da sua finalidade.

As necessidades do centro de logística do armazém são fundamentais para a escolha da melhor opção, razão pela qual é imprescindível realizar uma avaliação completa antes do processo de seleção.

De preferência, essa avaliação deve ser conduzida por um fornecedor de sistemas com vasta experiência e que possua um catálogo de vendas que inclua os sistemas de correias transversais e de bandejas basculantes.

Um fornecedor de sistemas experiente saberá qual tipo de centro de logística se beneficiará mais de um sistema de correias transversais e qual tipo de centro de logística se beneficiará mais de um sistema de bandejas basculantes.

De forma simplificada, existem quatro processos operacionais nos quais é importante discutir a tecnologia do sistema, definida pelas necessidades:

  • Classificação de uma grande variedade de itens em termos de formatos e materiais de embalagem;
  • Classificação de itens que exigem manuseio delicado;
  • Planos, atuais ou futuros, para o uso de tecnologia de coleta e posicionamento automatizada por robôs em vez de unidades de indução tradicionais;
  • Planos, atuais ou futuros, para o uso de manuseio automatizado de fim de fluxo (enchimento, paletização etc.).

No entanto, cada caso é diferente, e é por isso que uma avaliação tão completa é necessária.

DEFININDO AS NECESSIDADES DO CENTRO LOGÍSTICO

A avaliação das necessidades do armazém deve estabelecer o seguinte:

  • Processo logístico geral – qual é o escopo do centro logístico, tanto a curto quanto a longo prazo?
  • Manuseio de itens – consideração especial para as necessidades de classificação (embalagem ou envio), mix típico de encomendas (variações de tamanho e fragilidade) e atenção à velocidade e às condições ambientais.
  • Capacidade de classificação – necessidades de capacidade atuais e futuras. O armazém pode precisar de itens em um único transportador em vez de itens em vários transportadores, ou precisar de dois itens lado a lado em um transportador.
  • Flexibilidade de layout – as restrições de espaço são adequadas para um classificador em loop ou um classificador em linha? Há necessidade de alterações no layout, manter a orientação do item na descarga ou classificar itens de um classificador para outro?
  • Conformidade com os processos de linha de frente, onde o processo de indução pode ser executado de três maneiras diferentes:
    • Manualmente – os itens são colocados diretamente nos transportadores da classificadora enquanto esta está em funcionamento.
    • Unidades de indução automáticas/semiautomáticas alimentam os itens nos transportadores da classificadora.
    • Robótica de coleta e colocação – um robô coleta os itens de uma camada 2D (uma camada) ou de um lote 3D e os coloca diretamente nos transportadores da classificadora ou na unidade de indução.
  • Conformidade com o manuseio no final da calha – a posição/orientação deve ser mantida inalterada da unidade de indução para a correia transversal, da correia transversal para a calha e do final da calha para paletização, empilhamento, enchimento etc.?

CORREIA TRANSVERSAL VS. BANDEJA BASCULANTE: COMPETIÇÃO EQUILIBRADA

Então, quando os fornecedores de sistemas de classificação recomendam a bandeja basculante e quando optam pela correia transversal?

O fornecedor será o primeiro a concordar que existem muitas semelhanças entre os sistemas.

Ambos são sistemas de alta capacidade e eficiência energética, capazes de classificar de forma otimizada uma ampla variedade de itens. Ambos possuem um design modular que permite configurações flexíveis e opções de sistema de acionamento.

Portanto, é muito importante estar ciente das diferenças e semelhanças:

  • Flexibilidade no manuseio de itens – observa-se frequentemente que os sistemas de esteira transversal e de bandejas basculantes processam praticamente tudo com facilidade. Ambos lidam confortavelmente com a maioria das formas e tamanhos, incluindo itens frágeis e planos.
  • Flexibilidade de layout – ambos os sistemas podem lidar com curvas, inclinações e declives com pouco impacto no desempenho – por exemplo, evitando que os itens tombem. O design de bandejas basculantes permite que o sistema acompanhe as curvas. Ambos os sistemas permitem que os itens sejam classificados para uma descarga por correia para posterior indução em outro sistema de classificação.
  • Conformidade com os processos de linha de frente – ambos os sistemas são uma boa opção quando o centro de logística deseja usar a coleta e colocação automatizada por robôs para transferir itens de um lote para a indução ou diretamente para os transportadores do sistema de classificação.
  • Design otimizado – tecnologias comprovadas têm sido aplicadas de forma consistente em classificadores de bandeja basculante e correia transversal desde as duas últimas décadas do século passado.
  • Espaço – ambos os sistemas tendem a ocupar a mesma quantidade de espaço e permitem configurações flexíveis.
  • Custo – os preços variam, principalmente entre modelos altamente personalizados e padrão.
  • Preparação para o futuro – ambos os sistemas são relativamente flexíveis.

ESTEIRA TRANSVERSAL VS. BANDEJA BASCULANTE: PRINCIPAIS DIFERENÇAS

Portanto, é muito provável que as diferenças acabem determinando qual sistema o fornecedor recomenda – e isso dependerá inteiramente das necessidades do centro de logística.

FLEXIBILIDADE NO MANUSEIO DE ITENS: IGUALMENTE EFICAZ PARA MANUSEAR VARIADOS TIPOS DE ENCOMENDAS

Em última análise, trata-se de uma questão de capacidade. Embora ambos os sistemas possam lidar com diversos tipos de encomendas, a esteira transversal consegue fazê-lo a uma velocidade maior. No entanto, a bandeja basculante tem algumas vantagens: a aceleração e a velocidade do seu movimento de inclinação permitem o manuseio eficiente de itens pequenos e leves, podendo-se argumentar que é mais adequada para esse tipo de item do que a esteira transversal. Contudo, a bandeja basculante tem um ponto fraco: o efeito de aderência-deslizamento. A temperatura e a umidade podem causar o acúmulo de eletricidade estática em itens específicos – por exemplo, sacolas plásticas – aumentando o risco de esses itens grudarem na bandeja basculante durante o processo de descarga. Os itens nunca irão grudar na correia transversal devido à temperatura e à umidade.

MANUSEIO DE ITENS MAIS LONGOS: MAIOR ALCANCE DA BANDEJA BASCULANTE

A bandeja basculante leva vantagem no manuseio de itens longos. Seu alcance máximo, obtido com o uso de duas ou mais bandejas simultaneamente, supera o limite da correia transversal – desde que as curvas sejam suaves, caso contrário, os itens podem cair.

SOLUÇÕES PERSONALIZADAS: PRIORIDADE PARA OS BOLSOS

Para evitar a queda de itens (itens rolantes são particularmente vulneráveis ​​em curvas, etc.) e aumentar a capacidade, a bandeja basculante pode ser facilmente personalizada. Isso geralmente ocorre para atender às operações de CEP com necessidades específicas – principalmente em relação à uniformidade. Para encomendas de um tamanho específico, um ou dois compartimentos/bolsos personalizados podem ser adicionados à bandeja – principalmente para garantir que o item permaneça seguro no lugar.

FLEXIBILIDADE DE LAYOUT: ESTEIRA TRANSVERSAL PARA MAIS CONDIÇÕES

Muito dependerá se o armazém tem espaço para a triagem automatizada e, novamente, quais são suas necessidades de capacidade. Com um classificador de circuito fechado, a flexibilidade de configuração é fundamental. Dependendo do tamanho das curvas necessárias, um sistema de bandejas basculantes pode ser instalado com curvas de raio 2000 (dois metros) ou 3000 (raio), enquanto um classificador de esteira transversal geralmente é instalado com curvas de raio 3000 (raio) e 4000 (raio). O raio da curva selecionado depende do espaçamento entre os carrinhos e do comprimento da bandeja ou esteira transversal vista perpendicularmente à direção de deslocamento do classificador.

OTIMIZAÇÃO DO ESPAÇO VERTICAL: ESTEIRA TRANSVERSAL QUANDO O PÉ-DIREITO É BAIXO

A esteira transversal tende a oferecer ao fornecedor do sistema mais opções de layout para recomendar quando há restrições de espaço e tem um grande trunfo na manga quando se trata de aproveitamento do espaço vertical. O transporte por correia transversal requer menos espaço vertical, pois não necessita de uma superfície de transporte elevada, como é o caso do transporte por bandeja basculante, que precisa de espaço para inclinar sua plataforma.

PROCESSOS DE LINHA DE FRENTE: PERGUNTE AOS ROBÔS E SUA ESTEIRA TRANSVERSAL

Este é um assunto complexo. Vinte anos atrás, quando os sistemas robóticos ainda estavam em seus primórdios, a simplicidade triunfava sobre a complexidade – principalmente em aplicações de baixa produtividade – e a bandeja basculante era a melhor escolha. No entanto, olhando para o futuro, a função de coleta e posicionamento robótico atual é capaz de realizar um posicionamento tão preciso que seria quase ilógico colocar um item exatamente em uma bandeja basculante e depois observá-lo deslizar. O oposto é verdadeiro com uma esteira transversal, pois o posicionamento preciso dos itens permite que o sistema os despache com exatidão e otimize o manuseio no final da rampa.

PREPARANDO-SE PARA O FUTURO: O FUTURO É FÁCIL COM A ESTEIRA TRANSVERSAL

Frequentemente, as bandejas basculantes são construídas sob medida com bolsos ou compartimentos especiais para atender a um tipo específico de pacote, portanto, carecem da flexibilidade necessária para atender às necessidades futuras sem incorrer em custos elevados. A esteira transversal, por outro lado, é capaz de crescer com as demandas do cliente com pouco esforço.

CUSTO: EQUIVALENTE, POIS DEPENDERÁ PRINCIPALMENTE DAS NECESSIDADES

Há pouca diferença entre o custo de uma esteira basculante e uma esteira transversal. Em última análise, a escolha que melhor se adequar às necessidades do centro logístico terá o menor Custo Total de Propriedade (TCO), pois ajudará a solucionar suas necessidades operacionais, otimizar seus processos e preparar seu sistema para o futuro, economizando custos consideráveis ​​ao longo do ciclo de vida. É por isso que é tão importante que um centro logístico converse com um fornecedor de sistemas logo no início de sua jornada de compra, para que ele possa ajudar na avaliação de suas necessidades e em uma análise criteriosa de qual tecnologia é a mais adequada para seu centro logístico.

CONCLUSÃO

Embora a esteira transversal permita que um centro logístico otimize muitos de seus processos, a esteira basculante também o fará e, no geral, pode ser a melhor escolha. A chave não é tentar decidir qual sistema é o melhor, mas sim qual sistema melhor se adapta às necessidades do centro logístico – hoje e no futuro. Portanto, é vital que o gerente do centro logístico busque a ajuda de um fornecedor de sistemas com vasta experiência tanto em sistemas de bandejas basculantes quanto em sistemas de correias transversais. Identificar com precisão as necessidades que se tornarão os requisitos mais prementes do centro logístico, não apenas no primeiro ano, mas ao longo de todo o ciclo de vida do sistema, é fundamental para fornecer a melhor solução de triagem possível.

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