Agora, a realidade é que os robôs podem ser uma parte importante da logística de CEP. No entanto, eles não são os robôs previstos pela ficção científica do futuro.
Embora os robôs sejam transformadores e ofereçam certos benefícios ao setor de CEP, atualmente eles ainda têm limitações. As empresas que implementam robôs não podem esperar que eles resolvam imediatamente todas as dificuldades e transformem toda a sua força de trabalho. Embora existam áreas de otimização comprovada, certas considerações devem ser levadas em conta antes que os robôs sejam implementados.
Os últimos anos testemunharam um rápido ritmo de desenvolvimento com inúmeros benefícios, e é provável que haja ainda mais desenvolvimento de robôs que possam beneficiar o CEP nos próximos anos.
Os robôs desempenham um papel no trabalho industrial desde a década de 1980
Embora a primeira imagem de um robô que vem à mente possa ser de um filme de ficção científica, a realidade é que os robôs tiveram um começo muito mais comum – em fábricas industriais na década de 1960. Nesta era, os robôs estavam sendo usados para auxiliar em tarefas básicas de montagem, a fim de ajudar os fluxos de trabalho a se moverem de forma mais rápida e precisa.
Dando seguimento a isso, os desenvolvimentos tecnológicos que ocorreram nas décadas de 1980 e 1990 levaram os robôs a ganhar sensores e centros de controle, equipando-os com a precisão e exatidão necessárias para realizar tarefas mais complexas.
Outro desenvolvimento vital da década de 1980 para o setor de CEP foi o primeiro Veículo Guiado Automatizado (AGV), que é um tipo de robô de manuseio de materiais usado para transportar itens. Ele beneficia o CEP, pois pode assumir a maior parte do trabalho pesado necessário, o que significa que os volumes perigosos de trabalho manual são reduzidos, a satisfação no local de trabalho é aumentada e as velocidades do fluxo de trabalho melhoram.
No século XXI, a tecnologia digital e a automação no mundo em geral ganharam desenvolvimento e popularidade suficientes para impactar também os robôs dentro do CEP. Abordagens inovadoras permitiram que os robôs evoluíssem para incluir aprendizado de máquina e adaptação a certos ambientes, permitindo que eles se especializassem ainda mais, por exemplo, com tombadores de contêineres robóticos que ajudam no descarregamento mais rápido de encomendas.
Mesmo nos últimos anos, o desenvolvimento atingiu uma velocidade tal que agora existem robôs para muitos dos processos menores que são necessários no setor de CEP, como braços de tombamento robóticos, coletores robóticos e veículos guiados automatizados, que executam tarefas que geralmente dependem de empilhadeiras, sistemas de esteiras ou carrinhos manuais. Agora é muito mais comum que empresas de CEP avançadas com configurações logísticas complicadas tenham uma variedade de robôs diferentes trabalhando em certas etapas de seu fluxo.
O que os desenvolvimentos de robôs de manuseio de materiais significam para o CEP?
Muitos distribuidores de CEP, incluindo Australia Post, DHL e Royal Mail, agora usam robôs de manuseio de máquinas diariamente para otimizar seus fluxos de trabalho. Embora as configurações exatas difiram, elas são usadas principalmente para automatizar tarefas como triagem e transporte de materiais.